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Ficar em ambiente barulhento é principal causa de surdez definitiva

Regiane Soares / Folhapress. - Em 30/01/2016

 
A deficiência auditiva está cada vez mais presente na vida dos brasileiros. Os dados mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2010, apontam que havia cerca de cerca de 9,7 milhões de surdos em todo o país.
 
Segundo especialistas, a permanência em locais barulhentos sem a devida proteção no ouvido ou a falta de cuidado com a saúde podem levar à surdez definitiva.
 
O otorrinolaringologista Jamal Azzam, da Clínica Jamal, diz que doenças provocadas por vírus, como meningite, sarampo, caxumba e herpes, ou as crônicas, como pressão alta e diabetes, também podem causar desgaste do nervo auditivo.
 
“E se a doença não for tratada ou controlada com remédios, no caso das doenças crônicas, as pessoas podem ficar surdas”, afirmou. A herança familiar é outro fator que pode levar à surdez. O otorrinolaringologista Cícero Matsuyama, do hospital Cema, disse que pessoas que têm casos de surdez na família ou pouca audição devem procurar um médico para investigar a causa. “Em muitos casos é possível retardar a surdez de causas hereditária”, afirmou.
 
Mas os traumas sonoros são as principais causas de surdez, principalmente entre os jovens que ouvem música em volume alto com fones de ouvido. E o pior modelo são aqueles colocados dentro da orelha, perto do ouvido.
 
“Esses fones de ouvido não isolam totalmente o som do ambiente externo. Então, para conseguir ouvir a música, a pessoa aumenta ainda mais o volume. Com essa somatória de sons, a pessoa prejudica a audição”, disse Azzam, ao lembrar que o ideal são os fones que cobrem toda a orelha.
 
Já às pessoas que ficam muito tempo expostas a ambientes barulhentos, comotrânsito, obra ou aeroporto, por exemplo, Azzam recomenda o uso de protetores auditivos.
 
Procure falar de frente para a pessoa surda. Para ajudar as pessoas que têm deficiência na audição, o otorrinolaringologista Cícero Matsuyama recomenda que se fale de frente para elas, para que possam fazer a leitura labial e entender o que está sendo dito. No caso de crianças e adolescentes com dificuldade de audição, Matsuyama disse que a socialização é fundamental para o desenvolvimento e crescimento pessoal e profissional. 
 
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