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Verão em Vilas do Atlântico também tem turismo ocasional

Redação Vilas Magazine - Em 04/02/2017

O turismo da Bahia vai bem neste verão, apesar de tudo. Praia do Forte, Trancoso, Morro de São Paulo, Barra Grande e Lençóis estão na preferência dos turistas quando o assunto é Bahia. De acordo com dados do setor de Estatística da Secretaria do Turismo, mais de cinco milhões de turistas virão ao estado no verão 2017. Entre as 13 zonas turísticas, vários municípios estão com a ocupação hoteleira entre 95% e 100%, como Porto Seguro, Mata de São João, Cairu, Maraú e Lençóis.
 
Tanta procura pelas belezas baianas acaba beneficiando também Lauro de Freitas, que não está entre os destinos promovidos pelas agências governamentais, mas vai se consolidando como alternativa para famílias que fogem do turismo de massa e dos resorts “plastificados”.
 
A definição é de Maria Agustin, advogada de Brasília que escolheu Vilas do Atlântico para passar uma semana de férias neste verão. Ela e sua família vieram com mais cinco pessoas, de outra família. Alugaram uma casa próxima à praia e investem tudo o que podem em diversão.
 
O perfil residencial de Vilas do Atlântico pode ser uma vantagem para quem não aprecia o “movimento de manada” que acontece todos os anos em direção a Porto Seguro ou à Praia do Forte, mas também quer vir à Bahia. Pela mesma razão, também há quem prefira frequentar a praia entre segunda e sexta-feira e nunca nos feriados.
 
Enquanto loteamento residencial, Vilas do Atlântico não tem estrutura para receber turismo de massa, mas o aluguel de residências por temporada acaba por atender os visitantes. A praia, atrativo natural, transforma-se no centro das atenções e os bares e restaurantes do bairro funcionam como ponto de apoio para os eventuais turistas.
 
Victor Leme, dono da barraca Araruama, confirma a disposição dos turistas de aproveitar a praia e a infraestrutura da barraca. “Passam o dia todo na praia, aproveitam tudo”, diz. Para ele, tem havido maior afluência de turistas de Goiânia e Brasília, além do Oeste baiano. De acordo com Victor, o movimento não aumentou em relação a anos anteriores, mas também não caiu – o que já é uma boa notícia.
 
A preocupação de comerciantes e turistas, mas principalmente dos moradores, neste verão, está relacionada à ausência de fiscalização. De Ipitanga a Buraquinho, as praias têm sido ocupadas por vendedores ambulantes que na verdade se fixam no gramado, como um ponto comercial, oferecendo mesas e cadeiras e até cozinhando alimentos em churrasqueiras. É fora dos fins de semana que os veranistas podem aproveitar as praias, sempre lotadas aos sábados e domingos.
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