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Dom, 02.02.2014

Poluição Sonora

Carmen Sá. - Em 04/04/2018

Ainda bem que temos a revista Vilas Magazine para nos manifestar e saber que nossas palavras encontram eco na linha editorial desta conceituada revista, bem como em nossa associação, a Salva.
 
Venho reforçar as diversas manifestações de indignação de moradores de Vilas do Atlântico, publicadas na seção Tribuna do Leitor da edição 229, de fevereiro de 2018 e que, provavelmente, levaram à matéria de capa da edição seguinte, que pautou o problema do barulho excessivo em diversos pontos do bairro.
 
No final da Av. Praia de Tambaú, em cerca de 150 metros, há três “residências” que têm sido sistematicamente alugadas para eventos/temporadão, tornando a vida da vizinhança um pesadelo. A qualidade de vida por aqui está irremediavelmente perdida. Os verdadeiros residentes, que compraram suas casas em uma área residencial do loteamento, estão à mercê daqueles que, extrapolando os limites da cidadania, burlam a legislação, transformando residências em negócios, certos da ineficiência do poder público em fiscalizar e coibir o seu descumprimento.
 
O pior é saber que esse mesmo poder público é capaz de associar-se a pessoas físicas ou jurídicas também para burlar as leis, como vimos no caso dos megaeventos aqui produzidos recentemente.
 
O que temos assistido é a total falta de compromisso com os moradores (e não apenas os de Vilas do Atlântico) que pagam seus impostos, aqui consomem e movimentam a economia do município.
Um exemplo desta falta de compromisso é a situação degradante a que chegou o Rio Sapato, que há mais de um ano não é limpo e está totalmente tomado de vegetação que serve de criadouro de mosquitos, exceto no pequeno trecho da Av. Praia de Copacabana, onde houve o recapeamento asfáltico, também em função de um dos megaeventos já citados.
 
Para tentar dar a impressão de que está atenta à situação preocupante da proliferação dos mosquitos transmissores de patologias como dengue, zika, chikungunya e febre amarela, a Prefeitura tem enviado o chamado “fumacê” para pulverizar inseticida pelas ruas, pela manhã ou pela tarde em alguns dos últimos dias.
 
Mais uma atitude equivocada, pois investe-se dinheiro público e não se combate a raiz do problema: poluição por resíduos orgânicos no Rio Sapato, que provoca o crescimento da vegetação, que serve de criadouro para grande quantidade de mosquitos, que o fumacê não dá conta de matar.
 
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