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Ódio e intolerância

Jaime de Moura Ferreira - Em 01/01/2019

Fala-se muito em reprimir o ódio, a intolerância, a insatisfação e a desunião entre famílias, grupos e amigos, no Brasil. Esses sentimentos desgastantes são motivados pelas extravagâncias de alguns, em detrimento da maioria. Aliás, segundo se notícia, os pobres estão cada vez mais pobres, enquanto os ricos ficam cada vez mais ricos.
 
A princípio, o que se deve fazer, aos que têm o poder de modificar, é eliminar de vez a corrupção e impunidades, tão comuns na vida deste país. Assim teremos a tolerância.
 
Não parece justo que poucos tenham trabalhado por toda a vida, para viverem, na sua velhice, com um mísero salário de aposentado, enquanto a maioria desfruta, nababescamente, de uma sorte por ela preparada.
 
As fraudes fiscais e as “pedaladas” aplicadas por empresários e governos, constituem-se em subornos, que no final, são pagas pelos trabalhadores brasileiros.
 
As adulterações de produtos provocam problemas de saúde na população e, com certeza, não atingem os poderosos.
 
Para que essa situação seja melhorada, é necessário a prisão de todos que cometerem irregularidades programadas, sejam de qualquer posição econômico-social.
 
Quanto à bandidagem e a manutenção de poder nas mãos de traficantes e quadrilhas montadas, deve-se promover a revisão do sistema prisional, destacando a identificação dos presos, a ressocialização e a proibição de entrada e uso de celulares e outros materiais tecnológicos nos presídios. Ao tráfico de drogas se faz necessária uma fiscalização mais efetiva, a prisão desses bandidos e a devolução ao Estado de bens apreendidos.
 
Existem pessoas no Brasil que se utilizam de religiões diversas, para produzirem benefícios próprios. Sem falar nos brasileiros com recursos escusos escondidos no exterior, ao largo das penalidades.
 
Muitos empresários são aquinhoados por concessões indevidas, causando prejuízo ao erário, aumentando os interesses escusos. Deve-se lembrar que a dívida interna já ultrapassa os R$4 trilhões.
 
Essas situações são transformadas em desigualdades, além da má distribuição de renda; as mulheres ganharem menos que os homens, ocupando iguais funções; os brancos terem preferência aos pretos; e os que buscam empregos, são preteridos por morarem em favelas ou bairros considerados não-nobres, no nosso Brasil.
 
Parece-nos que a população que pensa, definiu uma nova forma de fazer política. A nação deu seu grito de independência.
 
Esperamos que esse novo modelo seja a definição do próximo governo, com promessas de campanhas cumpridas, para que se tenha mais seriedade no trato com a coisa pública.
 
Outra ação importante, dos que governam, é a modificação dos sistemas de saúde e educação.
Deve-se promover o civismo brasileiro, a seriedade e a disciplina e o dever de consciência para a população, tão necessárias nos tempos atuais.
 
Com isso poder-se-á incentivar a cultura e o respeito, para com os outros, além de promover a exclusão do racismo e preconceito no país.
 
É evidente que a população deverá se educar, no trânsito, nas reuniões grupais, evitando a mágoa à semelhantes, com palavras e atitudes desprezíveis; o tratamento do lixo; na redução do consumo exagerado; e na falta de decoro geral, mostrando ao mundo que o Brasil, além da musicalidade, da fraternidade e da hospitalidade, também é um país grandioso.
 
Jaime de Moura Ferreira é Administrador, consultor organizacional, professor universitário,
escritor, ambientalista, sócio fundador do Rotary Club Lauro de Freitas. jaimoufer@hotmail.com
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