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Propósitos para 2020: SOBREVIVER E CRESCER

Raymundo Dantas - Em 04/01/2020

Muitos empresários se queixaram de 2019, achando que foi um ano ruim.
 
Será que foi o ano mesmo? Ou você, que não reviu seu negócio, que estava funcionando mal?
 
Aproveite para fazer uma revisão geral, de modo a entrar em 2020 com o pé direito.
 
Uma das qualidades principais do comerciante vitorioso, especialmente nestes tempos difíceis, é a de ser pragmático, ou seja, prático, com pés no chão!
 
É necessário não ter preconceitos, nem apegos a coisas, produtos, métodos passados.
 
Se um produto não vende, tire-o de linha. Se a sua linha de produtos está muito grande, empatando muito capital em estoque, reduza, corte com vontade essa linha de produtos. Se determinada loja está dando prejuízo e você já fez tudo para recuperá-la sem resultado, não tenha pena de perdê-la: venda, passe adiante ou feche essa loja. Não interessa a quantidade de lojas que você tenha. O que importa é o resultado que elas lhe dão.
 
Se a derrota nos ameaça é preciso ter coragem de mudar, para sobreviver e voltar a crescer. E essa mudança tem que ser feita com rapidez, para que a gente possa sair sempre na frente da concorrência.
 
Não se iluda de ficar investindo em negócio que não presta, seja ele um produto ou um ponto comercial. Não coloque dinheiro bom em cima de dinheiro ruim, por motivo algum. É como doença contagiosa: todos que se aproximam ficam doentes também.
 
Veja o Walmart, por exemplo, que está tendo a coragem de fechar centenas de lojas e enxugar violentamente seus custos, para readquirir força total.
 
Às vezes é preciso até mudar o nome, ou a marca do produto, para sobreviver no mercado. Talvez até o problema esteja no público alvo. Mude então de clientela, reposicione sua loja ou produto para um público mais adequado.
 
Pode ser que o problema seja a própria mercadoria que você comercializa, ou o conjunto de produtos e serviços que você oferece.
 
Se identificar aí suas dificuldades, mude seu mix. É possível que seus clientes queiram um produto mais popular, ou quem sabe, mais sofisticado. Certifique-se do que eles querem, e mude. Não importa que você goste ou não do novo mix – é seu cliente quem tem que gostar dele. Muitas vezes, o “bom gosto” do comprador é um desastre.
 
Quem compra precisa fazer isso a partir do gosto da clientela e não do seu próprio.
 
Talvez o foco precise ser reduzido. Quem sabe se, ao invés de vender todas as categorias de bazar, você fizesse melhor negócio vendendo só brinquedos? Ou talvez apenas utilidades plásticas? Se você estiver seguro disso, reduza então o foco do seu negócio.
 
Há casos em que o problema está no ponto comercial. Mude de ponto. Há casos em que é a forma de distribuição que não funciona. Pense em outras alternativas. A Avon fatura altíssimo vendendo só de porta em porta – e não quer saber de ponto de venda fixo. Por outro lado, tem muita gente por aí ganhando dinheiro com “franchising”. Pense nisso!
 
A grande lição nessa guerra é que nada é definitivo no nosso negócio. Tudo pode ser mudado, se for necessário. O que não pode mudar é a nossa determinação de crescer com bons resultados.
 
Dizem que palavra de rei não volta atrás. Mas as estratégias e táticas do comerciante voltam sim. E voltam atrás sempre que for necessário, para que ele continue indo para a frente!
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