Professores participam de curso na sede da Battre em Lauro de Freitas

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curso de meliponicultura em lauro de freitas
Fotos : Tiago Pacheco / SUPCOM/LF

A Secretaria de Educação (SEMED) da Prefeitura de Lauro de Freitas, proporcionou a participação de um grupo de professores da rede municipal de ensino no curso de meliponicultura. A formação, promovida pela Battre, empresa especializada em tratamento e destinação de resíduos, tem como objetivo disseminar a cultura da criação racional de abelhas sem ferrão, promovendo educação ambiental, sustentabilidade e geração de conhecimento ecológico entre os educadores.

A atividade integra o projeto piloto “Favo de Mel”, desenvolvido para fortalecer práticas de preservação ambiental na Região Metropolitana de Salvador (RMS), incluindo o município de Lauro de Freitas. Durante o encontro, os participantes receberam orientações sobre a importância ecológica das abelhas sem ferrão, conhecidas pelo papel fundamental na polinização cruzada e na manutenção dos ecossistemas. O curso terá duração de três meses, com encontros semanais.

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Fotos : Tiago Pacheco / SUPCOM/LF

De acordo com o professor Cláudio Nogueira, responsável pela articulação da iniciativa, o objetivo é inserir a meliponicultura no projeto pedagógico das escolas municipais. Responsável pela formação, o biólogo e encarregado de responsabilidade socioambiental da Battre, Fábio Bastos de Santana, explicou que o curso busca ampliar o conhecimento sobre as espécies nativas e incentivar a preservação ambiental por meio da criação consciente das colônias. “As abelhas sem ferrão têm uma relevância ambiental muito grande. Quando a pessoa cria essas abelhas, ajuda diretamente na preservação das espécies florestais, no equilíbrio climático e na oferta de alimentos. Além disso, a abelha uruçu, que é uma das espécies trabalhadas no curso, está ameaçada de extinção. Quanto mais criadores conscientes existirem, melhor para a preservação da espécie”, ressaltou.

Além da participação dos professores, moradores das comunidades de Quingoma, Caixa D’Água, Areia Branca e Capelão também estão sendo capacitados. Segundo os organizadores, a proposta busca ampliar o conhecimento ambiental e, futuramente, possibilitar geração de renda complementar por meio da produção de mel e derivados nas comunidades.

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Fotos : Tiago Pacheco / SUPCOM/LF

Além do aprendizado ambiental, o projeto também apresenta possibilidades de geração de renda complementar por meio da meliponicultura. Ao final da formação, os participantes receberão certificado reconhecido pela Battre e pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), além de uma colônia da abelha uruçu para iniciar a criação.

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