Ivoneide Caetano fortalece combate ao feminicídio na Bahia através do Movimento Mulheres Vivas

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vereadora de lauro de freitas fala sobre feminicidio no mes das mulheres
FOTO: Patrick Abreu

Março é o mês em que reafirmamos a luta histórica das mulheres por dignidade, respeito e direito à vida. O Brasil segue enfrentando números alarmantes de violência de gênero. De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, cerca de quatro mulheres são mortas por dia em razão do seu gênero.

Cada número carrega uma história interrompida e famílias devastadas, revelando a urgência de transformar indignação em ação concreta.

É nesse contexto que a deputada federal Ivoneide Caetano tem encabeçado, na Bahia, uma importante mobilização contra o feminicídio: o Movimento Mulheres Vivas.

A iniciativa nasceu da escuta ativa de mulheres vítimas de violência, lideranças comunitárias e movimentos sociais, consolidando-se como um instrumento de mobilização social e incidência política.

“Mais do que um ato simbólico, o Movimento Mulheres Vivas tem se transformado em ações práticas. Um dos exemplos foi a reunião com o secretário de Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, em que apresentamos demandas construídas a partir dos relatos colhidos nas atividades do movimento. Reforçamos a necessidade de fortalecer a rede de proteção, ampliar mecanismos de prevenção e garantir respostas mais rápidas e eficazes do Estado diante das denúncias”, pontuou a deputada.

A proposta do movimento é articular mobilização social, cobrar políticas públicas estruturadas e envolver prefeituras, câmaras municipais, secretarias, sistema de justiça e sociedade civil em um compromisso permanente com a vida das mulheres. Em cada cidade visitada, o debate vai além da denúncia.

O Mulheres Vivas já passou por Camaçari, Candeias e Lauro de Freitas, levando informação, promovendo escuta e construindo soluções coletivas. A repercussão tem sido expressiva, com destaque na imprensa nacional, o que amplia o alcance da pauta e pressiona por mudanças concretas.

Defender a vida das mulheres é fortalecer a democracia, promover justiça e afirmar que nenhuma violência pode ser naturalizada. A luta contra o feminicídio precisa ser permanente e cada voz que se soma faz a diferença.

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